segunda-feira, março 26, 2018

Corrida dos Sinos



A minha colecção já conta com oito sinos.
Ontem lá estive em Mafra, como prometido. Objectivo: fazer uma prova certinha a testar os motores.
Estava muito vento e o tempo a puxar para a chuva e algum frio. Desde que entrega de dorsais mudou para a piscina ainda não afinaram a organização, continua muita confusão apesar de terem colocado balcões por número de dorsal.
Este ano tivemos a presença da grande Aurora Cunha para "amadrinhar" aprova  e até fazer uma volta nos Sininhos.
Continuo a considerar negativa a mistura das partidas da duas provas, há sempre pessoas que gostam de se colocar muito à frente na partida e depois fazer uma corrente de mãos dadas.
Quanto à minha prova, com a numerosa participação e porque me resguardei até mais tarde, acabei por sair bastante atrás no pelotão o que levou a uma média por volta dos 6:00/km nos primeiros dois quilómetros. A partir daí é o clássico, descer até ao retorno e com o depósito que sobrar fazer a discreta mas chata subida até cerca do km 14. Deu para fazer uma média de 4:46/km para um tempo abaixo de 1h13m. Uma participação positiva com um treino rápido, apesar de ter feito mais 4 minutos que no ano passado, aí bem preparado depois de regressar da maratona de Sevilha.
Agora devo de aparecer de novo numa prova de 15k no dia do trabalhador, vamos continuando a treinar.
Aqui fica a minha análise (review) do Grande Prémio Fim da Europa:

Pontos Positivos:
  • Muitos participantes
  • Muito público no início
  • Uma clássica
  • O sino
  • Chegada na pista de atletismo
Pontos Negativos:
  • Partida em conjunto com a mini
  • Sem tempo liquido
  • Entrega de dorsais muito confusa
  • sem WC
O meu registo no Strava:

Abraços e boas corridas!

1 comentário:

Fernando Andrade. disse...

Muito bom, Nuno. Concordo com a análise. De facto, a partida conjunta não faria diferença se fossem poucos os participantes nos Sininhos, mas a verdade é que parece que são mais do que na prova principal e isso atrapalha, pois a partida não estava devidamente controlada. Os tempos líquidos, nos tempos que correm - e tratando-se de uma distância standard, também me parece que devem ser apurados, sob pena de ninguém querer ficar cá atrás na partida e aumentar a pressão para partir na frente.
São pequenos pormenores que não custa resolver e que, querendo, a grande organização dos AAM poderão ter em conta. Abraço.