segunda-feira, setembro 10, 2018

Meia Maratona S. João das Lampas


Mais uma participação na grande clássica de Setembro, a 42ª edição da Meia Maratona de São João das Lampas. Este ano foi a minha sétima presença, sendo que a primeira foi já em 2004.
No sábado não me senti nos meus dias, senti-me pesado logo no inicio da prova e com a sensação de líquidos a chocalhar no estômago (algumas experiências em termos de nutrição), analisando agora, verifico que os primeiros 5k foram os mais rápidos, mas foram ao ritmo que tinha definido para a prova, mas ainda antes de Alvarinhos já ia com uma sensação que a prova estava mais inclinada do que o habitual, meti uma mudança abaixo e deixei-me ir. A segunda parte, após a passagem por S. João é sempre a mais agradável e este ano não fugiu à regra, acabei por ultrapassar mais do que fui ultrapassado, o que é sempre positivo. No final, mais 4 minutos do que o ano passado, mas o que interessa é que está feita, foi um bom treino e só temos que dar os parabéns ao grande Fernando Andrade.



As fotos são de Orlando Duarte (obrigado!)

Deixo aqui a minha análise review desta prova:
Pontos Positivos:
- Uma clássica
- A festa
- O apoio popular
- WC e duches
- Parqueamento
- Percurso
- Tempo liquido de prova

Pontos Negativos:
- Nada a apontar
O meu registo no strava:

Abraços e boas corridas,

segunda-feira, agosto 20, 2018

verão, veremos

Olá,

Temos que escrever alguma coisa, senão são muitos meses de ausência;)

As corridas têm sido regulares e a quilometragem até já começou a aumentar. O alvo é a Maratona de Lisboa e entretanto vou passar pela grande clássica de S. João das Lampas.
Também cometi a loucura me inscrever no fim-de-semana anterior à maratona na versão de 3h das 24h de Mem Martins, mas não podia deixar de sentir o ambiente numa prova tão perto de casa.

Assisti aos europeus de atletismo e fiquei contente com as vitórias do Nelson e da Inês mas quanto à corrida fico muito triste de não ver um único representante de portugal na maratona - prova com tantas tradições em Portugal - tive saudades daquela gente que ia lá para dar o seu máximo mesmo não sendo para ganhar como os exemplos de Alberto Chaíça ou Luís Novo. Nem nos 10.000 femininos conseguimos ser competitivos e vemos desistências sem grande explicação... acredito que mudará, nem que seja por alguma geração espontânea... Em termos internacionais vi com alegria um jovem norueguês de 17 anos (Jakob Ingebrigtsen) a vencer os 1500m e os 5000m.

No panorama da corrida em trilhos, assisti na semana passada à ultima edição de uma das provas mais antigas em portugal o Trail Nocturno da Lagoa de Óbidos. Segundo os organizadores, os "clientes" estão a mudar e querem provas mais curtas, vai deixar de ser em Óbidos (muito turismo e dificuldade em estacionar), vai deixar de ser nocturno (já há muitas provas desse género) e vai passara a chamar-se trilhos (em português)... é já um resultado do excesso de prova que eu tinha referido num post anterior.

Vou tentando aparecer mais vezes por aqui...

Abraços e boas corridas!

segunda-feira, junho 18, 2018

Quidgest Run It


Tinha marcado esta "vingança" desde a Corrida de Santo António, mas a vingança é um prato que se come frio... e ontem estava muito longe de o estar...


O calor que se fez sentir ontem em Lisboa, fez com que as expectativas de fazer menos de 45 min ficassem para outra oportunidade. Esta prova tinha sido escolhida pelo seu percurso plano, apesar do 3 retornos, é um bom local para melhorar tempos, mas acima de 25º já se torna complicado forçar o motor em rotações muito elevadas.
Esta prova contou com cerca de 260 participantes, e foi uma primeira edição - organizada pela Xistarca com uma contribuição (não divulgada) para a Associação Acreditar.  A empresa que deu o nome à prova, comprou o "pacote" completo e tivemos acesso a tempo liquido de prova com tapete de chip na partida e na meta, "lebres" para tempos definidos, bengaleiro, aquecimento e massagens no final.
A minha prova correu relativamente bem, apesar de na segunda metade estar sempre em perca, acabo por fazer mais 30 segundos relativamente à minha ultima prova de 10K, de notar pela positiva que acabo por ficar no 9º lugar do meu escalão, e pela negativa, a primeira senhora chegou quase 2 minutos depois de mim e eu fiquei no 56º posto da geral.


Aqui fica a minha análise (review) da "Quidgest Run It":

Pontos Positivos:
  • tempo liquido de prova
  • WC
  • bengaleiro
  • marcadores de ritmo
  • aquecimento e massagem no final
Pontos Negativos:
  • com tantos retornos podia-se ter planeado mais abastecimentos.
  • alguma confusão quanto à entrega de dorsais, fazendo crer que a entrega no próprio dia seria quase um favor. 

O meu registo no Strava:

Abraços e boas corridas,

terça-feira, junho 05, 2018

Corrida de Santo António




Já há muito que não “esticava” as pernas numa prova de 10k. Para terminar a primeira parte da época, optei por fazer umas provas de curta distância e a ritmo mais forte do que tenho feito. Optei por uma “clássica” de verão, com bastantes participantes (cerca de 3000), um percurso agradável e com um horário em que me costumo dar bem – 20:30h.
Parti da zona de sub 45 e fiz tudo para não envergonhar essa categoria, passei aos 5k em 21:55 e aí resolvi começar a gerir o depósito para ter combustível suficiente para chegar com algum estilo à meta… Coisa que não aconteceu. Quando entro no último km, comecei a ter uma dor na zona abdominal e continuei no meu ritmo com bastante esforço, já na Praça da Figueira o estomago começa a mandar sinais para a boca e tive mesmo que parar, a apenas 200m da meta, para vomitar… depois de respirar fundo lá consegui fazer um sprint para bater no minuto 46:01. A conclusão feliz que que mantive o apetite e tive a certeza que dei o meu máximo.
No manjerico oferecido no final, a minha quadra era de um poeta famoso - o grande Fernando Andrade.
Agora ainda vou ter mais uma experiência de 10k rápidos na zona ribeirinha de Lisboa e depois começar a planear a segunda metade da época.

Aqui fica a minha análise (review) da "Corrida de Santo António":

Pontos Positivos:
  • blocos de partida
  • tempo liquido de prova
  • dois abastecimentos e marcações
  • bengaleiro
  • manjerico
Pontos Negativos:
  • Não ter medalha

O meu registo no Strava:

Abraço e boas corridas,

segunda-feira, maio 07, 2018

Lisbon Eco Marathon




Completei ontem a minha 15ª Maratona!
O local escolhido foi o chamado "pulmão" da cidade de Lisboa - parque de Monsanto, a prova tem nome em inglês  - "Lisbon Eco Marathon" mas é apenas uma maratona de montanha com poucos participantes, apesar de, aparentemente, ser feita bastante promoção, os preços de inscrição também não ajudam a que haja mais participação.
Fui com "espírito trail" a poupar energia nas subidas e sem ligar a ritmos por km, olhando para os tempos de passagem oficiais verifico que andei sempre constante no mesmo pelotão entre o 60º e 70º classificado. Também por não ser conhecedor do terreno, e analisando agora, talvez me tenha poupado demasiado em algumas subidas das quais não tinha a certeza da extensão. Fui encontrando os postos de abastecimento previstos e com pessoal bastante atencioso, no quente dia que esteve, fizeram o seu papel, as marcações estavam bem feitas, não senti desconforto por passar algumas vezes no mesmo local. No último km ainda fui à conversa com um companheiro que estava a preparar sua quinta participação na mítica Comrades na África do Sul (que inveja) e acabámos por passar a meta em conjunto.
A distância, como podem ver no meu strava, parece ter sido de menos, mas também já vi registos na mesma plataforma com a distância correcta, pode ter sido falha no meu aparelho.
Próximas provas? para já não me quero comprometer aqui com nada (tinha dito que ia ao 1º de Maio, mas optei por me poupara para esta), se as fizer venho cá colocar o post da praxe ;).
Aqui fica a minha análise (review) da "Lisbon Eco Marathon":

Pontos Positivos:
  • horário de partida
  • local e percurso da prova
  • abastecimentos e marcações
  • zona de chegada com bastante oferta e conforto
  • alguns apoiantes franceses que iam dando moral;)
  • bengaleiro
Pontos Negativos:
  • poucos participantes na maratona (fiz 3 km a meio da prova sem ver ninguém nem atrás nem à frente)
  • t-shirt igual para todas as provas
  • medalha igual para todas as provas (?)
O meu registo no Strava:

O video do ReLive do Strava:
 

Abraços e boas corridas!

segunda-feira, março 26, 2018

Corrida dos Sinos



A minha colecção já conta com oito sinos.
Ontem lá estive em Mafra, como prometido. Objectivo: fazer uma prova certinha a testar os motores.
Estava muito vento e o tempo a puxar para a chuva e algum frio. Desde que entrega de dorsais mudou para a piscina ainda não afinaram a organização, continua muita confusão apesar de terem colocado balcões por número de dorsal.
Este ano tivemos a presença da grande Aurora Cunha para "amadrinhar" aprova  e até fazer uma volta nos Sininhos.
Continuo a considerar negativa a mistura das partidas da duas provas, há sempre pessoas que gostam de se colocar muito à frente na partida e depois fazer uma corrente de mãos dadas.
Quanto à minha prova, com a numerosa participação e porque me resguardei até mais tarde, acabei por sair bastante atrás no pelotão o que levou a uma média por volta dos 6:00/km nos primeiros dois quilómetros. A partir daí é o clássico, descer até ao retorno e com o depósito que sobrar fazer a discreta mas chata subida até cerca do km 14. Deu para fazer uma média de 4:46/km para um tempo abaixo de 1h13m. Uma participação positiva com um treino rápido, apesar de ter feito mais 4 minutos que no ano passado, aí bem preparado depois de regressar da maratona de Sevilha.
Agora devo aparecer de novo numa prova de 15k no dia do trabalhador, vamos continuando a treinar.
Aqui fica a minha análise (review) da Corrida dos Sinos:

Pontos Positivos:
  • Muitos participantes
  • Muito público no início
  • Uma clássica
  • O sino
  • Chegada na pista de atletismo
Pontos Negativos:
  • Partida em conjunto com a mini
  • Sem tempo liquido
  • Entrega de dorsais muito confusa
  • sem WC
O meu registo no Strava:
Abraços e boas corridas!

sábado, março 03, 2018

como vão as coisas?

Pois é, depois do GP do Fim da Europa as coisas não têm andado pelo melhor.
Desde o início do ano que tenho andado com sintomas similares à canelite, a parte muscular na canela (tíbia) esquerda tem andado com uma moinha irritante e até mesmo picadas, ao correr não se sente muito, mas quando estou parado há aquele incómodo. Talvez tenha sido causado pela mudança de terrenos e perfil do treino.
Entretanto já somei duas faltas à partida (DNS), uma das minhas provas de preparação - Peninha Skyrace e o meu objectivo para a primeira metade de 2018 - a minha primeira ultra nos 52 km do Trail terras de Sicó. No primeiro foi por algum receio de piorar os tais sintomas que tinha vindo a sentir e no segundo o vírus da gripe resolveu atacar mesmo naquela semana, a febre e a respectiva debilitação física fizeram que tivesse que desperdiçar o treino que vinha a ser feito desde Dezembro passado.
Então e agora?
Para já, aproveitei uma das recomendações para este tipo de lesões, reduzir o treino ou mesmo parar.
Este mês vou só picar o ponto na Corrida dos Sinos e depois volto a subir a quilometragem para um projecto que tenho em Maio.
Quanto aos trilhos e à ultra, não me quero comprometer para já, pelo menos no primeiro semestre.

Abraços e boas corridas,